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Reuni uma grande coleção de livros de Alquimia, e fiz upload deles no 4Shared, então para quem quizer baixar, ai está o link de download:
http://www.4shared.com/file/i06mJ8m_/Alquimia_Medieval.html
Aqui vai uma pequena lista de livros para você entender melhor a alquimia, TODOS esses livros são recomendados a ler!
Albertus F. Guia prático de alquimia. Ed. Pensamento, São Paulo, 1989.
Allgeier K. As grandes profecias de Nostradamus. Ed. Tecnoprint, Rio de Janeiro, 1983.
Amix, S. alquimia. Editora Traço, São Paulo, 1990.
Baines J. - A filosofia Rosa-Cruz. Ed. Artenova. Rio de Janeiro, 1982.
Barbault A. - O oro de la milesima manhana. , Barcelona, 1984.
Bergier J. - Os extraterrestres na história. Ed. Hemus, São Paulo, 1970.
Bergier J. - Os livros malditos. Ed. Hemus, São Paulo, 1980.
Bergier J. & Latil P. - Passaporte para o futuro. Ed. Hemus. São Paulo, s/a.
Bergier J. - Passaporte para uma outra terra. Livraria Francisco Alves Editora, Rio de Janeiro, 1978.
Besant A; Leadbeater, CW. - Química Oculta. Ed. Humanitas, Barcelona, 1995.
Burman E. - Templários: os cavalheiros de Deus. Ed. Record, Rio de Janeiro, 1995.
Capra F. - O tao da física. Ed. Cultrix. São Paulo, 1988.
Carles, J. & Grander, M. - alquimia: Superciência Extraterrestre? Livraria Eldorado Tijuca, Rio de Janeiro, 1973.
Ceram CW - Deuses, túmulos e sábios. Ed. Melhoramentos, São Paulo, 1958.
Chassot, A.I. - A ciência através dos tempos. Ed. Moderna, São Paulo, 1994.
Collectanea Chemica: Being Certain Select Treatises on Alchemy and Hermetic Medicine. The Alchemical Press, Washinton, 1991.
Corrêa AD. Samuel Hahnemann. Scientia Medica. 1: 68-70, 1995.
Corrêa AD, Siqueira-Batista R, Quintas LEM. Similia Similibus Curentur. Notação Histórica da Medicina Homeopática. Revista da Associação Médica Brasileira, 43(4): 346-51, 1997.
Corrêa AD, Pinto FP. Os primórdios da medicina. Arquivos Brasileiros de Medicina, 70(11): 571-572, 1996.
Corrêa AD, Siqueira-Batista R. Paracelso - O “médico maldito”. Principais contribuições para o desenvolvimento da medicina e química. Arquivos Brasileiros de Medicina, 70(12): 641-643, 1996.
Danciger E. - Homeopatia: da alquimia a medicina; Ed. Xenon, Rio de Janeiro, 1992.
Eliade, M. - alquimia asiática. Ed. Paidós, Barcelona, 1992.
Faivre A. - O esoterismo. Ed. Papirus, Campinas, 1994.
Filaleto I. - Entrada aberta ao palácio fechado do rei. Ed. Global, São Paulo, 1985.
Flamel N. - O livro das figuras hieroglíficas. Ed. Três, São Paulo, 1973.
Fraz MLV - alquimia. Introdução ao simbolismo e à psicologia. Ed. Cultrix. São Paulo, 1996.
Gallotti A. - Nostradamus as professias do futuro. Ed. Record, Rio de Janeiro, 1993.
Germain S. - O livro alquímico de Saint Germain. Ed. Record, Rio de Janeiro, 1994.
Gilchrist C. - A alquimia e seus mistérios. Ed. Ibrasa, São Paulo, 1988.
Greene L. - Nostradamus. Uma biografia romanceada. Ediouro, Rio de Janeiro, 1992.
Holzer H. - Os verdadeiros segredos do alquimista. Ed. Record, Rio de Janeiro, 1974.
Hutin, S. - A alquimia. Editora Morais, São Paulo, 1992.
Hutin S. - A tradição alquímica. Ed. Pensamento. São Paulo, 1996.
Jung, C.G. AION. - Estudos sobre o Simbolismo do Si-mesmo. Obras completas, vol. IX/2. Editora Vozes, Petrópolis, 1988.
Jung, C.G. - Um Mito Moderno Sobre as Coisas Vindas do Céu. Obras completas, vol. X/4. Editora Vozes, Petrópolis, 1991.
Jung, C.G. - Psicologia e Religião. Obras completas, vol. XI/1. Editora Vozes, Petrópolis, 1987.
Jung, C.G. - O Símbolo da Transformação na Missa. Obras completas, vol. XI/3. Editora Vozes, Petrópolis, 1991.
Jung, C.G. - Mysterium Coniunctionis. Obras completas, vol. XIV/1 Editora Vozes,. Petrópolis, 1985.
Jung, C.G. - O Espírito na Arte e na Ciência. Obras completas, vol. XV. Editora Vozes, Petrópolis, 1991.
Jung, C.G. - Ab-reação, Análise dos Sonhos, Transferência. Obras completas, vol. XVI/2. Editora Vozes, Petrópolis, 1990.
Marques OC. - O mistério da rosa mística. Ed. Tecnoprint, Rio de Janeiro, 1991.
Mezareph Æ. - O fuego purificador. Muñoz Moya y Montraveta, editores, Barcelona, 1987.
Papus - Tratado de ciências ocultas vol. I e vol. II. Ed. Três, Sào Paulo, 1973.
Paracelso. - A Chave da alquimia. Ed. Três, São Paulo, 1973.
Pauwels L, Bergier J. - O despertar dos mágicos. Ed. Bertrand, Rio de Janeiro, 1991.
Piobb, PV. - O Segredo das Centúrias de Nostradamus. Ed. Três, São Paulo, 1973.
Roger B. - Descobrindo a alquimia. Ed. Pensamento. São Paulo, 1996.
Trimegistus H. - Corpus Hermeticum. Ed. Hemus, São Paulo, 1986.
Trimegistus H. - Tres Tratados. Ed. Aguilar, Buenos Aires, 1973.
Valentin FB. - As Doze Chaves da Filosofia. Ed. Global/Ground, São Paulo, 1984.
Valoís, N. - Los cinco libros o la llave del secreto de los secretos. Ed. Indigo. Barcelona, 1996.
Vanin JA. - Alquimistas e Químicos. Ed. Moderna, São Paulo, 1994.
Yates FA. - Giordano Bruno e a tradição hermética. Ed. Cultrix, São Paulo, 1987.
Zolar. - Enciclopédia do conhecimento oculto. Ed. Record, Rio de Janeiro, 1996.
“Ora, lege, lege, relege, labora et invenier” (ore, lê, lê, relê, trabalhe e encontrarás). Esta era uma das primeiras grandes lições que o mestre alquimista ensinava a seus discípulos.A literatura alquímica produzida pelos iniciados é bastante complexa por estar em linguagem hermética de difícil compreensão. Portanto para aqueles que pretendem se aprofundar na alquimia, o primeiro passo é ler os livros gerais para compreender os fundamentos e começar a familiarizar-se com a interpretação dos textos herméticos. Cada livro deve ser relido até a obtenção de uma compreensão mais profunda, sendo que as releituras devem ser intercaladas entre os vários textos. O último livro lido ou relido mostrará o conhecimento de todos os demais, assim como os primeiros irão ajudar a entender o último. O estudante deve se fixar principalmente nos livros que mais lhe agrada.
Apesar de tanto estudo, a maior parte do conhecimento ainda ficará incompreendida e só clareará na prática diária, ou seja, fazendo experiências em laboratório.
A paciência é uma grande virtude a ser desenvolvida, pois vários anos de estudo teóricos e práticos são necessários para alcançar uma melhor compreensão e posteriormente a conclusão da Grande Obra, sendo que no caminho muitos fracassos ocorrerão. A maior parte dos que se dedicam a alquimia desistem e muitos, apesar de não desistirem, não a compreendem mesmo durante toda uma vida. Dos poucos que conseguem concluir a Grande Obra, a maior parte leva mais da metade de sua existência para alcançar.
A iniciação talvez seja um processo semelhante ao da criação da própria pedra filosofal. Ela é considerada como um novo nascimento, a gênese para aquele que recebeu a luz e agora pode direcionar-se a caminho de um novo começo, com uma outra consciência. Constitui a morte dos conceitos errôneos e o renascimento das coisas puras e verdadeiras.
A alquimia é de difícil compreensão porque seus ensinamentos referem-se, ao mesmo tempo, às operações de laboratório e ao caminho de uma evolução psíquica e espiritual. Portanto os ensinamentos devem ser interpretados em todos os aspectos.
A observação mais acurada da natureza de todos os seus fenômenos e manifestações deve fazer parte do dia-a-dia do estudante, ou seja, ele deve sempre estar atento as transformações, aos ciclos astrológicos (do sol, da lua, dos planetas) e terrestres ( da água e dos nutrientes) e aos pequenos detalhes (dos animais, vegetais e minerais), pois todo o conhecimento alquímico, inclusive sua linguagem, provém destas observações e sabendo interpretá-las fica mais fácil compreender a alquimia.
A dica de alguns alquimistas é que o estudante faça seu laboratório em local isolado, não divulgue para ninguém suas intenções devendo ser perseverante, dedicado, calmo, paciente, honesto, caridoso, acredite em Deus e principalmente que consiga um capital para poder dedicar-se totalmente aos estudos, incluindo além das despesas básicas, livros e equipamentos para o laboratório, ou que consiga uma atividade que possibilite uma grande disponibilidade para a dedicação ao estudo. Cada um deve procurar o melhor caminho para obter tempo e recursos para uma total dedicação.
O encontro com o mestre
Apesar do estudante ter lido inúmeros livros dos iniciados, realizado experimentos em laboratório e possua inteligência suficiente, ainda não será capaz de atingir o cerne dos segredos “sozinho”. A literatura hermética é uma dádiva para aqueles que conhecem os segredos e uma tortura para aqueles que não o conhecem. “Ao que tem, lhe será dado; e, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado”.
Quando o estudioso de alquimia estiver preparado, ou seja, quando esgotarem suas possibilidades de estudos teóricos e práticos e os conhecimentos estiverem presentes em seu consciente e inconsciente, ele encontrará a figura de um mestre que o conduzirá ao caminho da sabedoria e iluminação, tornando-o um iniciado na arte sagrada podendo assim concluir a Grande Obra. Este mestre pode se revelar na forma de anjo ou espírito. Poucos foram os que encontraram um mestre vivo que lhes passasse os grandes conhecimentos, pois os alquimistas não revelavam seus segredos nem para seus próprios filhos, somente para os puros de espírito que estiverem preparados. O estado de semiconsciência, necessário para obter o sonho ou visão é normalmente atingido após longas horas de concentração, meditando sobre os livros ou quando parado no laboratório esperando e observando as transformações dentro dos recipientes alquímicos.
Nos relatos do encontro com um mestre, normalmente este é um homem de meia idade, veste roupas simples, têm cabelos lisos e negros, estatura mediana, magro, rosto pequeno e comprido e não tem barba. Estas são as características de Saturno, que é o “sujeito dos Sábios”, o velho, o planeta mais longe da Terra. Podendo designar também a matéria-prima.

Linguagem hermética
Animais normalmente tem um significado especial, como por exemplo, a representação dos quatro elementos. O unicórnio ou o veado representam a terra, peixes a água, pássaros o ar e a salamandra o fogo.
O corvo simboliza a fase de putrefação do processo, que fica da cor negra. Enquanto que um tonel de vinho representa a fermentação.
A caverna representa a fase de dissolução, quando a matéria se aprofunda, se racha e se abre.
Em muitos textos os metais estão representados pelos planetas correspondentes (veja os sete metais) pois eram preparados elixires de outros metais, além do ouro e da prata.
A balança representa o ar, a sublimação, as proporções naturais.
A figura de um andrógino ou de Adão e Eva, representam a matéria prima, composta do mercúrio e do enxofre.
O anjo simboliza a água - “Espírito da Pedra”
A matéria-prima, bem como o próprio alquimista, podem ser representados pelo bobo, pelo peregrino ou pelo viajante.
A imagem de uma rocha, cavernas, montanhas e outras representações de grandes blocos de pedra, sob o qual encontram-se tesouros. A cena ainda pode conter uma árvore, uma nascente, um dragão montando guarda, mineiros trabalhando, isto tudo evoca a matéria-prima, que também é comparada à virgem, pois ainda não recebeu o princípio masculino, ou com uma prostituta que é capaz de receber todos os princípios masculinos, comparando assim a matéria-prima com a facilidade de unir-se aos metais. Ë capaz de abrigar dentro de si todos os metais, apesar de não ser metálica. Os alquimistas também chamavam a matéria-prima de lobo cinzento.
Uma mendiga ou uma velha representa o aspecto desprezível e repulsivo da matéria-prima ou raiz metálica.
O leite da virgem designa o mercúrio comum ou primeiro mercúrio por fluir sem cessar de uma coisa a outra, alimentar tudo e passando de um ser a outro, até mesmo da vida para a morte e vice-versa.
O eixo do mundo ou o eixo do trabalho do alquimista é representado pela árvore em que a matéria-prima constitui a raiz.
Uma luta entre o dragão alado contra o dragão áptero, de um cão com uma cadela ou da salamandra com a rêmora, representam o combate entre o volátil e o fixo, o feminino e o masculino, ou o mercúrio e o enxofre, os dois princípios que estão contidos na matéria. Enquanto que a união entre estes dois princípios é representada pelo casamento do rei e da rainha, do homem de vermelho com a mulher de branco, do irmão com a irmã (pois eles provém de uma mesma matéria mãe), de Apolo e Diana, do sol e da lua ou juntar a vida à vida. Normalmente a este casamento precede morte e tristeza.
Apanhar um pássaro significa fixar o volátil.
O leão verde normalmente é associado ao sal.
A pessoa iniciável ou a substância inicial (matéria-prima) pode ser representada pelo filho mais jovem de uma viúva (que representa Ísis) ou de um rei, um soldado que já cumpriu o serviço militar, um aprendiz de ferreiro, um jovem pastor, o filho de um rei em idade de se casar e outros casos semelhantes.
O abismo, um recife e outros perigos de uma viagem representam os cuidados ou os perigos que o fogo conduzido inadequadamente podem causar.
O dissolvente universal tanto é associado ao sal como ao mercúrio normalmente é representado por uma fonte, leão verde, água da vida ou da morte, água ígnea, fogo aquoso, água que não molha as mãos, água benta, vento, espada, lanterna, cervo, um velho, um servidor, o peregrino, o louco, mãe louca, dragão, serpente, Diana, cão, dentre outros.
Os alquimistas utilizam também alfabetos secretos, codificados, anagramas e criptografia. Além de simples sinais que identificam uma operação, substância ou objeto.
Aqui está mais um complemento para o texto anterior (A Alquimia: a procura pelo Ouro e a vida eterna!).

É chamada de alquimia uma química praticada na Idade Média, essa química tinha como base a suposição de que todos os metais evoluem até se transformarem em ouro. Os alquimistas tinham como uma de suas funções acelerar esse processo por meio de experiências com os quatro elementos naturais. Eles também se empenhavam em descobrir uma chamada pedra filosofal que transformaria tudo em ouro. Os alquimistas tinham como hábito observar as plantas, e acabaram por descobrir uma coisa que é tida como verdadeira até hoje na física quântica: Tudo no universo é interligado.
O médico suíço Philippus Paracelsus gostava de curar pessoas se baseando na alquimia. Por exemplo: Ele acreditava que o mercúrio, o sal e o enxofre estavam dentro de tudo, até nos seres humanos. Ele foi um dos mais importantes alquimistas que já existiram. Ele escreveu livros sobre a origem de enfermidades.Conhecido como Paracelso, este homem tinha algumas idéias:
-------- ALGUMAS DAS IDÉIAS DE PARACELSO---------
-“É preferível falar em ninfas do que em acontecimentos sociais: em gigantes, do que em frivolidades cortesãs; em melusina. Do que em cavalaria e artilharia; em gnomos, do que em esgrima e damas. É melhor tratar de coisas divinas do que se ocupar com maneiras mundanas, usos e
costumes da corte e outras futilidades”.
- O homem não está na natureza; ele é da natureza.
- A inteligência deve se anular um pouco para que possamos deixar que a natureza “entre” em nós, deixar com que o homem fique disponível para não obstacularizar a entrada da natureza e a iluminação do espírito humano.
--------------------------------------------------------
Fora Paracelso, temos também outros famosos alquimistas como: Isaac Newton, Roger Bacon, Nostradamus, Flamel, etc.
-Nostradamus:
Este foi médico, astrólogo e alquimista. Filho de um tabelião e neto de médicos, foi convidado por Julius César Scalinger (alquimista) para conhecer suas pesquisas, com isso acabou passando um tempo na casa do mesmo. Casou-se com Marie Auberligne, uma grande estudiosa que ajudava Scalinger nos seus experimentos. Como a alquimia era uma prática proibida naquela época, Nostradamus se via obrigado a utilizar a biblioteca de Scalinger.
-A Ouroborus:
“É um símbolo antiqüíssimo, resgatado pela tradição alquímica, onde se vê uma serpente que morde a própria cauda e devora a si mesma. Sem início nem fim, o círculo representa a eternidade, imortalidade e perfeição. É o emblema do sistema cíclico – unidade, multiplicidade e retorno à unidade, evolução e involução, expansão e contração do Universo. A Ouroborus é também representação simbólica do Infinito e do equilíbrio dinâmico universal. É o emblema de dissolução da matéria, é a composição que no seu conjunto é dissolvida e transformada. Assim é o Ser Humano, como a Serpente, uma força cósmica.”

É chamada de alquimia uma química praticada na Idade Média, essa química tinha como base a suposição de que todos os metais evoluem até se transformarem em ouro. Os alquimistas tinham como uma de suas funções acelerar esse processo por meio de experiências com os quatro elementos naturais. Eles também se empenhavam em descobrir uma chamada pedra filosofal que transformaria tudo em ouro. Os alquimistas tinham como hábito observar as plantas, e acabaram por descobrir uma coisa que é tida como verdadeira até hoje na física quântica: Tudo no universo é interligado.
O médico suíço Philippus Paracelsus gostava de curar pessoas se baseando na alquimia. Por exemplo: Ele acreditava que o mercúrio, o sal e o enxofre estavam dentro de tudo, até nos seres humanos. Ele foi um dos mais importantes alquimistas que já existiram. Ele escreveu livros sobre a origem de enfermidades.Conhecido como Paracelso, este homem tinha algumas idéias:
-------- ALGUMAS DAS IDÉIAS DE PARACELSO---------
-“É preferível falar em ninfas do que em acontecimentos sociais: em gigantes, do que em frivolidades cortesãs; em melusina. Do que em cavalaria e artilharia; em gnomos, do que em esgrima e damas. É melhor tratar de coisas divinas do que se ocupar com maneiras mundanas, usos e
costumes da corte e outras futilidades”.- O homem não está na natureza; ele é da natureza.
- A inteligência deve se anular um pouco para que possamos deixar que a natureza “entre” em nós, deixar com que o homem fique disponível para não obstacularizar a entrada da natureza e a iluminação do espírito humano.
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Fora Paracelso, temos também outros famosos alquimistas como: Isaac Newton, Roger Bacon, Nostradamus, Flamel, etc.
-Nostradamus:
Este foi médico, astrólogo e alquimista. Filho de um tabelião e neto de médicos, foi convidado por Julius César Scalinger (alquimista) para conhecer suas pesquisas, com isso acabou passando um tempo na casa do mesmo. Casou-se com Marie Auberligne, uma grande estudiosa que ajudava Scalinger nos seus experimentos. Como a alquimia era uma prática proibida naquela época, Nostradamus se via obrigado a utilizar a biblioteca de Scalinger.
-Isaac Newton:
Um físico e matemático, inglês, que a
creditava que a alquimia devia ser uma coisa secreta, por isso nunca publicou os resultados de seus experimentos embasados nesta. Desde pequeno possuía uma enorme inteligência e aos vinte e sete anos foi nomeado Professor Titular de Matemática da Universidade de Cambridge. Newton ainda é considerado um dos maiores gênios da história. Publicou o livro Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, que explicava o universo, com base na atração da matéria. Ele também elaborou o cálculo infinitesimal, na época que era professor da universidade citada.
Um físico e matemático, inglês, que a
creditava que a alquimia devia ser uma coisa secreta, por isso nunca publicou os resultados de seus experimentos embasados nesta. Desde pequeno possuía uma enorme inteligência e aos vinte e sete anos foi nomeado Professor Titular de Matemática da Universidade de Cambridge. Newton ainda é considerado um dos maiores gênios da história. Publicou o livro Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, que explicava o universo, com base na atração da matéria. Ele também elaborou o cálculo infinitesimal, na época que era professor da universidade citada.-Roger Bacon:
Foi preso duas vezes. Já que os Franciscanos não aceitavam seus questionamentos. Era um dos mais sábios estudantes da alquimia, conseguindo realizar a transmutação de metais. Bacon aperfeiçoou instrumentos ópticos, trabalhou no Calendário Juliano, fabricou a pólvora e aproximou-se dos princípios que levaram à criação de telescópios e óculos anos mais tarde. Suas obras químicas foram reunidas no século XVII com o nome Tesouro Químico de Roger Bacon e era composta dos livros: Alquimia Maior, O Espelho da Alquimia, Sobre o Leão Verde, Breviário do Dom de Deus, Os Segredos dos Segredos, isso tudo e ainda outras anotações.
Foi preso duas vezes. Já que os Franciscanos não aceitavam seus questionamentos. Era um dos mais sábios estudantes da alquimia, conseguindo realizar a transmutação de metais. Bacon aperfeiçoou instrumentos ópticos, trabalhou no Calendário Juliano, fabricou a pólvora e aproximou-se dos princípios que levaram à criação de telescópios e óculos anos mais tarde. Suas obras químicas foram reunidas no século XVII com o nome Tesouro Químico de Roger Bacon e era composta dos livros: Alquimia Maior, O Espelho da Alquimia, Sobre o Leão Verde, Breviário do Dom de Deus, Os Segredos dos Segredos, isso tudo e ainda outras anotações.
A alquimia possui alguns símbolos clássicos. Tais quais:
-A Ouroborus:“É um símbolo antiqüíssimo, resgatado pela tradição alquímica, onde se vê uma serpente que morde a própria cauda e devora a si mesma. Sem início nem fim, o círculo representa a eternidade, imortalidade e perfeição. É o emblema do sistema cíclico – unidade, multiplicidade e retorno à unidade, evolução e involução, expansão e contração do Universo. A Ouroborus é também representação simbólica do Infinito e do equilíbrio dinâmico universal. É o emblema de dissolução da matéria, é a composição que no seu conjunto é dissolvida e transformada. Assim é o Ser Humano, como a Serpente, uma força cósmica.”
-O Eneagrama: 
“É um símbolo sagrado, trazido por Gurdjieff de uma fraternidade oculta da Ásia Central (Sarmoung), que encerra as leis cósmicas fundamentais de Três e de Sete, ou seja, as leis da Criação e da Manutenção do Mundo. Estudando a dinâmica do eneagrama, passamos a compreender como se processa tudo no universo e em nossas vidas. Passamos a prever os vários tipos de estágios pelos quais tudo flui e aprendemos a prever os intervalos onde os processos perdem a força e onde devemos aplicar choques adequados para que o processo possa prosseguir. O desconhecimento dos intervalos naturais e sua natureza, leva a maioria de nós a desistir prematuramente de nossos objetivos, ou a encarar como adversidades os desafios naturais que essas leis nos apresentam.”
A palavra alquimia vem do árabe Al-Khemy que significa “a química”. A origem da alquimia é incerta sabe-se que houveram alqumistas tanto na China Milenar, quanto na Índia, mas para os ocidentais o berço da alquimia foi o Egito. A alquimia resisti até hoje, com os traços da alquimia adotada no inicio da era Cristã, a que se consagrou na Alexandria.
O tempo foi passando e o caráter místico da alquimia foi desaparecendo. Assim como os alquimistas, que a partir da época da Santa Inquisição (final do século XI) viraram médicos ou astrólogos.

“É um símbolo sagrado, trazido por Gurdjieff de uma fraternidade oculta da Ásia Central (Sarmoung), que encerra as leis cósmicas fundamentais de Três e de Sete, ou seja, as leis da Criação e da Manutenção do Mundo. Estudando a dinâmica do eneagrama, passamos a compreender como se processa tudo no universo e em nossas vidas. Passamos a prever os vários tipos de estágios pelos quais tudo flui e aprendemos a prever os intervalos onde os processos perdem a força e onde devemos aplicar choques adequados para que o processo possa prosseguir. O desconhecimento dos intervalos naturais e sua natureza, leva a maioria de nós a desistir prematuramente de nossos objetivos, ou a encarar como adversidades os desafios naturais que essas leis nos apresentam.”
A palavra alquimia vem do árabe Al-Khemy que significa “a química”. A origem da alquimia é incerta sabe-se que houveram alqumistas tanto na China Milenar, quanto na Índia, mas para os ocidentais o berço da alquimia foi o Egito. A alquimia resisti até hoje, com os traços da alquimia adotada no inicio da era Cristã, a que se consagrou na Alexandria.
O tempo foi passando e o caráter místico da alquimia foi desaparecendo. Assim como os alquimistas, que a partir da época da Santa Inquisição (final do século XI) viraram médicos ou astrólogos.
Obs. As informações sobre o eneagram alquímico e a ouroborus foram, algumas partes foram tiradas da internet.

Resumo
Este artigo retrata a alquimia e sua prática no decorrer da história, envolvendo ganância, misticismo e ciência. Misturando doutrina filosófica com atividade laboratorial, a alquimia de modesta não tinha nada: seus praticantes queriam encontrar a pedra filosofal, objeto capaz de fornecer o elixir da vida eterna e transmutar metais como cobre e ouro puro.
Cientistas como Isaac Newton e Robert Boyle foram grandes praticantes da alquimia, porém devido à promessa de vida eterna, pipocavam charlatões que falsificavam moeda de ouro e contribuíram para a má fama que a profissão adquiriu.
Palavras-Chave: História da Técnica, doutrina filosófica, ciência, civilizações antigas e da Idade Média.
O ápice da alquimia durou desde o século XIV até o fim do renascimento. Porém a técnica é muito mais antiga do que se imagina. Nasceu em Alexandria, no Egito, cidade fundada em 322 a.C. por Alexandre, o Grande. Foi aí que a cultura helênica levada pelo imperador se encontrou com uma arte egípcia chamada kymiâ (preto em português), referindo-se ao solo negro das margens do Rio Nilo. A kymiâ envolvia manipulação de metais e processos químicos usados no embalsamamento dos mortos. Todo conhecimento dessa arte era atribuído pelos egípcios a Thot, deus da sabedoria. Os gregos, deparando essa divindade, a identificaram com Hermes, o intérprete dos deuses. Foi assim que o termo “hermético” passou a ser usado para se referir às ciências ocultas, em especial à alquimia. Os gregos adotaram a teoria egípcia de que toda matéria é composta de quatro elementos básicos (terra, ar, água e fogo) e aplicaram-na à metalurgia, criando a possibilidade de transmutação dos metais. Para isso bastaria apenas mudar a proporção de cada elemento.
Sendo raridade na história da ciência, as mulheres tiveram grande participação na arte alquímica, sendo uma destas mulheres a responsável pela criação de equipamentos de destilação e do método de aquecimento usado nas cozinhas e nos laboratórios de química, o “banho-maria”. Trata-se de Maria, a Judia, que viveu em Alexandria no século III a.C.
Foram os árabes que colocaram o prefixo al na palavra kymiâ, cunhando o termo alquimia. O Alcorão pregava que os estudos científicos eram um dos caminhos para desvendar a vontade de Alá, atraindo muitos árabes para a ciência. Avicena, um célebre cientista, deu uma ajuda e tanto para a ciência precária da época. Ele focou suas pesquisas na medicina, defendendo que os medicamentos minerais e químicos eram mais eficientes que os à base de ervas.
A alquimia chegou tardiamente na Europa. Apesar de os mouros já terem ocupado a Península Ibérica desde o século VIII, mais de 400 anos depois o povo não conhecia a prática. Os intelectuais da Europa Medieval, em sua maioria dentro dos mosteiros, ficavam sem contato com o exterior. Foi só com as Cruzadas, ao chegarem ao Oriente Médio, que os europeus foram apresentados à alquimia. Nessa época, a alquimia confundia-se com salvação na concepção cristã. Segundo Arthur Greenberg, autor do livro “Da alquimia à química em imagens e histórias”, se é imaginado uma pessoa se aperfeiçoando, ela atinge a salvação. O mesmo ocorre com os metais: quando eles se livram das impurezas, tornam-se ouro. Foi na Idade Média que a alquimia se tornou forte. Para evitar perseguições políticas e enganar impostores, foi criada pelos alquimistas uma linguagem simbólica. Apenas os iniciados nas técnicas seriam capazes de desvendar os livros. Os experimentos eram explicados por imagens desenhadas ou metáforas. Se um livro mostrasse, por exemplo, um leão verde mordendo o sol dentro de um castanheiro oco, queria dizer que houve uma reação entre o sulfato ferroso e o ouro dentro do forno.
Apesar de a Igreja Católica não ter visto a alquimia com bons olhos, vários religiosos se tornaram alquimistas, como São Tomás de Aquino e Roger Bacon. Esse último chegou a declarar que havia criado um homem mecânico, com a cabeça de latão e, certa noite, enquanto dormia, o boneco começou a falar com ele e, em seguida, se despedaçou no chão.
O nome de Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim, também conhecido como Paracelsus (1493-1541) foi um dos mais fortes na área alquímica. Ele defendia o uso de substâncias tóxicas, como o mercúrio e o arsênico para a cura de praticamente todas as doenças e dizia que veneno se combatia com veneno. O suíço também se aventurou no lado místico da alquimia, chagando a relatar que havia encontrado o elixir da longa vida e que viveria para sempre. Décadas depois de sua morte, o filósofo inglês Francis Bacon (1561- 1626) indicou o caminho final da alquimia ao afirmar que, se algum dia uma ciência genuína emergisse da alquimia, seria baseada nas experiências laboratoriais dos alquimistas, acertando na sua afirmação.
Em 1661, isentando o misticismo da alquimia, o anglo-irlandês Robert Boyle abandona o prefixo al, e definindo o “elemento” como uma substância que não pode ser decomposta em outra mais simples, conceito próximo do atual. Boyle é considerado o “pai da química”. Ele convenceu o Parlamento Inglês a revogar a lei anti-alquimia, que havia sido criada no século XIII pelo rei Henrique III para proibir a manufatura de ouro por transmutação. Enquanto escrevia o livro “Princípios matemáticos da filosofia natural”, o físico Isaac Newton (1643-1727) se dedicou com tal afinco à alquimia que chegou a ter 138 livros sobre o tema. Assim como vários outros alquimistas, Newton queria encontrar a pedra filosofal.
A partir do século XVII, academias científicas como a Royal Society de Londres começaram a aparecer por toda a Europa. Essas instituições foram frutos da revolução científica do século XVI, quando a ciência começou a se separar da filosofia, e as mesmas pregavam a repetição dos experimentos como método de comprovação científica e publicavam os resultados em jornais. Postura contrária à dos alquimistas, que escondiam tudo em símbolos indecifráveis e diziam que, se uma pessoa não conseguisse encontrar a pedra filosofal, é porque ela não havia sido escolhida por Deus. Isso fez com que os cientistas colocassem a alquimia “de lado”.
Considerações finais
A alquimia nunca foi um empecilho ao desenvolvimento científico. Na busca pela realização dos dois maiores desejos da humanidade (vida longa e conforto material), ela contribuiu muito para a investigação da matéria e para a química, na medida em que desenvolveu instrumentos, entendeu a natureza dos ácidos e isolou elementos químicos. Em 1919, Ernest Rutherford (1871-1937) tornou-se o primeiro a conseguir converter o hidrogênio em oxigênio, por meio da reação nuclear. Até chumbo e outro elemento químico, o bismuto, já teriam, entre 1970 e 1980, sido transmutados em ouro, embora em quantidades minúsculas e a custos exorbitantes. No fim das contas, os alquimistas estavam corretos.
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